O senador Vanderlan Cardoso (PSD) considera ‘legítima’ uma eventual candidatura do ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (PRD), ao Senado Federal. Esta possibilidade ganha cada vez mais força nos bastidores e movimenta outros pré-candidatos. Vanderlan, no entanto, garante não ter nenhum óbice. O parlamentar cita, inclusive, que sempre defendeu a hipótese de que pudesse haver várias candidaturas na base. “Nunca fiz imposição de número de candidatos ao Senado. Eu que pedi ao Daniel para ir atrás do Zacharias (Calil) quando ele foi quase expulso da base. Depois veio o Alexandre Baldy. Não me preocupo com isso. Tenho serviço prestado nos 246 municípios do estado”, afirmou. Vanderlan, no entanto, critica a indecisão do ex-prefeito de Aparecida de Goiânia. “Ele tem que decidir o que quer da vida. Uma hora quer ser vice, outra quer ser senador”, ironiza. O parlamentar considera que Mendanha tem usado chantagens para tentar fazer valer sua vontade. “Não é com ameaça de base, ‘posso estar com Marconi’, ‘posso estar com Wilder’. Não funciona isso com o ex-governador Ronaldo Caiado. Esquece”, opinou. O senador disse ainda que, quando filiou o ex-prefeito de Aparecida no PSD, deu a ele liberdade de trabalhar qualquer candidatura. “Por que não ficou no PSD? Estendi tapete vermelho para ele. Falei que seria o que quisesse, se fosse vice iríamos trabalhar para isso. E se fosse Senado, ok, são duas vagas. O partido pode lançar dois”, frisou. “Não tenho problema de disputar com o Gustavo. Quem já disputou eleição contra Iris Rezende, Marconi Perillo, Maguito Vilela, vai se preocupar em disputar eleição? Quem decide é o eleitor”, completou. Pulverização da base Se Mendanha entrar no páreo, serão cinco pré-candidatos pela base aliada de Daniel Vilela (MDB). Além do ex-prefeito e do próprio Vanderlan, há Alexandre Baldy (PP), Gracinha Caiado (UB) e Zacharias Calil (MDB). Depois que fracassou a tentativa de aliança com o PL, o acordo inicial era de que seriam três nomes, mas Baldy também se lançou. A possibilidade de um quinto nome não incomoda Vanderlan. Ele também rejeita a tese de que a pulverização de candidaturas da base pode facilitar a eleição de um nome da oposição. O parlamentar também avalia que, em 2022, quando o cenário também foi de divisão da base, não foi determinante para a eleição de um oposicionista. “Ali foi uma série de fatores. Não tem nada a ver com o número de candidaturas. O apoio do Bolsonaro tinha um limite, que foi o do Vitor Hugo (na candidatura para governo). Ali houve uma composição, entrei com os prefeitos, pedindo para ajudar. Isaura é muito querida no meio evangélico. Houve esse complemento. E o próprio senador Wilder. Foi uma série de fatores”, considera. O post Vanderlan: candidatura de Mendanha ao Senado é legítima, mas “ele precisa saber o que quer” foi publicado primeiro em Diário de Goiás.Acompanhe mais notícias em nosso site.
Vanderlan: candidatura de Mendanha ao Senado é legítima, mas “ele precisa saber o que quer”
O senador Vanderlan Cardoso (PSD) considera ‘legítima’ uma eventual candidatura do ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (PRD), ao Senado Federal. Esta possibilidade ganha cada vez mais...
