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Economia

Taxa de desemprego em Goiás cai e fecha 2º trimestre em 4%, mas informalidade sobe

A taxa de desemprego em Goiás voltou a cair no segundo trimestre de 2026. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada nesta...

A taxa de desemprego em Goiás voltou a cair no segundo trimestre de 2026. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada nesta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme o levantamento, o percentual de mão de obra desempregada no estado caiu de 5,1% no primeiro trimestre do ano para 4% até junho.

Em números absolutos, estimou-se uma população desocupada em Goiás de 164 mil pessoas no período. A taxa de desocupação, popularmente conhecida como taxa de desemprego, representa o percentual de pessoas desocupadas em relação àquelas que compõem a força de trabalho em determinado período.

A força de trabalho goiana, estimada em 4,05 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2026, é composta pelos ocupados – incluindo os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas – e pelos desocupados.

O índice de desemprego em Goiás é o oitavo mais baixo do país. Apenas Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%), Mato Grosso do Sul (2,7%), Paraná (3,1%) e Minas Gerais (3,8%) têm percentuais mais baixos.

Alta da informalidade

Em Goiás, a taxa de informalidade calculada para o segundo trimestre de 2026 foi de 36,1%, representando um aumento em relação ao trimestre imediatamente interior (34,2%), quando foi registrada a menor taxa da série histórica da pesquisa, com início no quatro trimestre de 2015.

O percentual corresponde a 1,4 milhão de pessoas ocupadas em situação de informalidade na semana de referência da pesquisa. A taxa é o maior valor para a informalidade desde o segundo trimestre de 2024 no estado.

No Brasil, o índice registrou o valor de 37,4%, mantendo-se acima do goiano, como acontece desde o primeiro trimestre de 2022. Com isso, estima-se um total de 38,6 milhões de indivíduos que atuam em condição de informalidade no país.

A taxa de informalidade considera as seguintes categorias: empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada; empregadores sem registro no CNPJ; trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ; e trabalhadores familiares auxiliares.

A nível de comparação com outras unidades federativas, a taxa de informalidade goiana foi a oitava menor do país. O ranking é liderado por Santa Catarina (25,4%) e Distrito Federal (28,7%). Por outro lado, Maranhão (56,9%) e Pará (55,9%) registraram os percentuais mais elevados.

Subutilização

A taxa de subutilização do segundo trimestre de 2026 igualou a mais baixa da história em Goiás – a do último trimestre do ano passado. Conforme a PNAD Contínua, a subutilização da força de trabalho foi de 8%, o que indica queda em relação aos 9,1% do trimestre anterior.

O levantamento aponta que, até junho, havia 332 mil pessoas em uma das seguintes condições: subocupadas por insuficiência de horas, desocupadas, indisponíveis ou desalentadas.

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