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Bastidores

Comurg passa a usar tecnologia para controlar serviço de varrição

A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) passou a adotar georreferenciamento e um sistema de medição eletrônico para detalhar com precisão os serviços de zeladoria, inclusive varrição, prestados...

A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) passou a adotar georreferenciamento e um sistema de medição eletrônico para detalhar com precisão os serviços de zeladoria, inclusive varrição, prestados à prefeitura de Goiânia. De acordo com o presidente da Comurg, Cléber Aparecido, a partir de dezembro do ano passado adotou-se rigor mais amplo nas medições, que balizam o faturamento. Ao Diário de Goiás, Aparecido informou que até o ano passado a medição era feta de forma manual e visual. “Durante o ano de 2025 estudamos fórmulas e tecnologias para aplicar processos de medição automatizamos. Antes eram manuais e visuais. Agora são feitos de forma eletrônica e georreferenciada”, disse. O presidente da Comurg ressalta que as falhas no processo de medição custaram caro à empresa. “O que você não mede, não controla. A medição é fundamental para otimizar o máximo possível nossos recursos. Isso vai se traduzir, com o tempo, em melhores serviços e economia”, frisou. Cléber Aparecido explicou que a implementação do processo digital precisou vencer a cultura antiga da Comurg e havia, inclusive, prestação de serviço sem o faturamento, uma vez que não ocorria a medição de forma precisa e adequada. Hoje, o processo é o seguinte: o município solicita o serviço, via Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), que emite autorizações para a realização dele. Ao chegar, a Comurg executa. “Anteriormente era uma nuvem. Como dizia que era executado, a Seinfra acreditava. Era uma zona de sombra enorme. A gente realmente não tem clareza de como era feitas as medidas aqui”, ressaltou. Depois de um acúmulo de receita bruta de R$ 195,7 milhões no primeiro quadrimestre de 2026 – que confirma o superávit de R$ 12 milhões em 2025 – a Comurg aposta que o equacionamento da gestão se refletirá em melhores serviços à população. “Hoje, com uma situação econômica equilibrada, conseguimos prestar os serviços sem dificuldade e sem interrupção. A empresa está mais preparada”, disse o presidente. De acordo com Aparecido, a Comurg arca hoje com um custo mensal operacional de R$ 45 milhões. No entanto, o valor vai crescer a partir do momento que for repassado à empresa o custo do aterro sanitário. O post Comurg passa a usar tecnologia para controlar serviço de varrição foi publicado primeiro em Diário de Goiás.Acompanhe mais notícias em nosso site.